Um breve histórico
Muitos de nós não tínhamos
noção da quantidade de colegas que trabalham na
área pelo mundo afora e de quanto trabalho está
sendo realizado nos diversos países do globo. No ano seguinte
ao primeiro congresso mundial, foi realizado um planejamento com
vistas à inclusão de uma sociedade internacional
de Ultra-sonografia crítica a serviço daqueles profissionais
envolvidos no cuidado a pacientes de emergência e terapia
intensiva, em locais de recursos escassos ou de difícil
acesso, como regiões de conflitos militares, regiões
geograficamente isoladas ou atendimento pré-hospitalar
em geral.
A Winfocus conta com alguns patrocinadores regulares desde o primeiro
congresso mundial, em Milão (2005) os quais continuaram
oferecendo seu fundamental apoio nos congressos seguintes em Nova
Iorque (2006) e Paris (2007). Durante esses congressos mundiais
foi se configurando o perfil da Ultra-sonografia crítica
como é definida hoje, e a necessidade da reedição
anual do congresso mundial tornou-se óbvia.
A Winfocus tornou-se, através de consenso das maiores sociedades
mundiais em Medicina Intensiva, Medicina de Emergência e
Ultra-sonografia a sociedade centralizadora da pesquisa e ensino
da Ultra-sonografia crítica. A Winfocus associou-se à
Organização das Nações Unidas no projeto
Millenium Development Goals como a entidade provedora da única
ferramenta diagnóstica a ser instalada nas cidades-milênio:
a Ultra-sonografia crítica.
Face a esta evolução da Ultra-sonografia crítica
em sentido à promoção da saúde básica,
além do paciente crítico, o Brasil foi escolhido
como o primeiro país fora do eixo Europa-EUA a sediar nosso
congresso mundial, sendo um pólo de desenvolvimento do
conhecimento médico na América Latina, mas ao mesmo
tempo, sendo um país com enorme necessidade de melhorias
na atenção à saúde básica.
Esta é uma oportunidade única de desenvolvimento
científico e tecnológico. Estamos confiantes de
que este importante Congresso engrandecerá os profissionais
médicos brasileiros envolvidos na medicina voltada para
pacientes de terapia intensiva e de emergência, além
de possibilitar o desenvolvimento de um novo recurso diagnóstico
economicamente eficaz à atenção básica
à saúde, em especial em regiões geograficamente
isoladas.
Fernando Ribeiro
Silva
Presidente do Comitê Organizador
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